segunda-feira, 13 de abril de 2015

AV. ATLÂNTICA EM COPACABANA NESTE DOMINGO FICOU BASTANTE CHEIA

NESTE DOMINGO MANIFESTAÇÃO NA ORLA DE COPACABANA
Protesto leva centenas de pessoas para a Avenida Atlântica, em Copacabana (Foto: Alexandre Durão / G1) 

 Uma manifestação contra o governo da presidente Dilma Rousseff reuniu milhares de pessoas neste domingo (12) em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo o comando do Batalhão de Grandes Eventos da Polícia Militar, cerca de 10 mil pessoas caminharam pela orla. De acordo com dois dos organizadores, o número ficou entre 20 mil e 25 mil pessoas.
O ato, convocado por redes sociais, foi pacífico e teve três isolados princípios de tumulto. Às 12h30, um homem que provocava os manifestantes com um megafone foi hostilizado. PMs o protegeram e o tiraram do local, em um carro da corporação.
Pouco depois, por volta das 13h20, um homem tentou passar de bicicleta pela ciclovia, que estava ocupada pelos manifestantes. Houve discussão devido à camisa vermelha usada pelo ciclista, associada por pessoas ao PT. A PM, que levou 800 homens para reforçar a segurança, voltou a intervir para evitar agressões.
  Às 15h30, uma mulher cobrou "provas" das acusações dos manifestantes contra Dilma Rousseff. Houve troca de agressões verbais e a PM voltou a controlar a situação.
Críticas e reivindicações
As principais críticas durante à manifestação foram à presidente, ao PT e à corrupção. Em um dos três carros de som, no início do ato organizadores pediram aplausos para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, que investiga o escândalo na Petrobras. Procuradores e policiais federais também foram lembrados e aplaudidos. Grande parte das pessoas vestiu roupas verdes e amarelas.
Inicialmente, apenas a pista junto à praia, que já é fechada aos domingos para lazer, foi ocupada. A passeata começou às 11h, no Posto 5, após cerca de uma hora de concentração. Por volta das 12h30, a pista dos prédios também foi parcialmente fechada ao tráfego. A liberação foi feita por volta das 14h.

sábado, 11 de abril de 2015

BAR DO BIP BIP EM COPACABANA, OS MAIS ANTIGOS DO BAIRRO SE DESTRAI MUITO ALI.

Bar do BIP BIP cult de samba, onde tudo é em torno da boa música.
 
 Em uma cidade onde o confronto (pelo menos fora dos jogos de futebol) é evitado o máximo possível, a atitude do proprietário Bip Bip, Alfredo, é quase militar. Atreva-se a fazer algum barulho durante uma das freqüentes rodas de samba e serás castigado pelo barbudo em público!

Como a grande mesa de plástico e cadeiras descombinando atestam, a música toma o lugar central e absoluto neste bar. No interior há, literalmente, apenas espaço para a mesa dos músicos e seis ou sete pessoas em pé, além de uma geladeira grande para onde você deve dirigir-se, silenciosamente, e pegar a sua prórpia cerveja (enquanto o próprio Alfredo mantém registro de tudo).

Jovens novatos e velha guarda do samba (Beth Carvalho, Nelson Sargento, Elton Medeiros, Moacyr Luz e Cristina Buarque já passaram por aqui) se juntam felizes e percorrem os clássicos bem como os novos batidões do samba da zona sul, supervisionados por fotografias em preto e branco de lendas do samba.

As sessões de samba aos domingos são as mais pops e ficam super lotadas, por isso não espere encontrar uma mesa com facilidade, mas o choro às terças-feiras e a bossa nova às quartas e sextas-feiras valem a pena a visita além da própria rodas de samba aos sábado, outro clássico.

Não perca o próprio bloco carnavalesco do bar, que acontece anualmente, se você estiver pela vizinhança.

terça-feira, 7 de abril de 2015

FEIRA DE COPACABANA NOTURNA

  
 A sensação em Copacabana e a feira noturna, onde multidão vão passear no calçadão tem feito cada vez mais cariocas e turistas adotarem o hábito de ir à praia à noite, e a orla. O banho de mar noturno, antes restrito ao Arpoador e aos trechos mais bem iluminados da Avenida Atlântica, virou febre do Leme ao final do Leblon e movimenta o comércio na orla.
Na noite da última sexta-feira, com os termômetros marcando 30 graus no Calçadão de Copacabana, não seria exagero dizer que o movimento era o mesmo de um dia típico de sol: quiosques lotados, hippies vendendo artesanato e esportes por toda a extensão da areia. As academias da terceira idade também estavam cheias.